Por que design?

Quando estava na escola, tinha uma colega que desenhava lindamente. Seu trabalho me inspirou a fazer o mesmo então comecei a rabiscar aqui e ali. Quando chegou a hora de escolher uma profissão, as pessoas a minha volta perguntavam se eu faria algo relacionado a artes, devido ao meu talento no desenho.Primeiro decidi estudar em uma das melhores universidades da minha cidade, depois busquei as opções disponíveis. A PUC-Rio possuia uma faculdade de Artes com especialização em Comunicação Visual e Desenho Industrial. Segui por esse caminho.

Foi durante meus anos de estudo que me apaixonei pela minha profissão. Senita que estava no lugar certo, fazendo a coisa certa. Mas havia uma falha no meu curso: não éramos preparados corretamente para enfrentar o mercado, para sermos empreendedores, o que acabou me retardando profissionalmente.

Então, depois da graduação, comecei a buscar um emprego da única forma que conhecia: nos classificados dos jornais. Não encontava nada e algum tempo depois peguei uma oportunidade que surgiu em turismo e lá fiquei por 6 anos. Mas sentia falta de trabalhar com design.

Em 1994 começou a falação sobre a internet. Em uma exposição vi o site do L’Ouvre e fiquei muito curioso com aquela tecnologia. Comprei livros e revistas que tratassem sobre HTML, internet e criação de sites e percebi que ali estava uma oportunidade para retornar à minha área. Em 95 comprei meu primeiro Mac. Por conta própria aprendi a escrever HTML, manipular imagens no Photoshop, criar sites no Dreamweaver e animar com Flash.

Em 98, como resultado de um e-mail marketing que fiz, consegui um estágio em um pequeno provedor de internet que desenvolvia sites para seus clientes. Naquela época dividi esse estágio com meu no aeroporto internacional do Rio de Janeiro. Dois anos depois consegui meu primeiro emprego em um provedor maior. Seis meses depois encontrei outra oportunidade em uma agência digital onde fiquei por três anos.

Desde então, nunca parei de trabalhar como designer. Atualmente sou freelancer, mas na verdade me considero um nano-empresário, embora ainda não tenha uma empresa oficialmente constituida.

A experiência adquirida nos anos da indústria do turismo me ajudaram a ter um bom relacionamento com meus clientes. Desenvolvi aptidões e um grande respeito por meus clientes.

Como designer, expresso o meu lado que é inspirado pela beleza e o equilíbrio. Lá é onde encontro a força para buscar novos caminhos, mudar e sempre melhorar!

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