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	<title>Comentários sobre: Pesquisar, estudar, viver&#8230;</title>
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	<description>design gráfico, joomla, ilustração, empreendedorismo e inspirações</description>
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		<title>Por: Erica Lustosa</title>
		<link>http://blog.helvecio.com/wpress/2007/06/16/pesquisar-estudar-viver/comment-page-1/#comment-21</link>
		<dc:creator>Erica Lustosa</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Jul 2007 00:04:38 +0000</pubDate>
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		<description>Parabéns pelo Blog Elvis!
Não se esqueça de falar da Carolina, a artista de Santa a quem eu te apresentei.
Beijos!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns pelo Blog Elvis!<br />
Não se esqueça de falar da Carolina, a artista de Santa a quem eu te apresentei.<br />
Beijos!</p>
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		<title>Por: Marcelo Raizer</title>
		<link>http://blog.helvecio.com/wpress/2007/06/16/pesquisar-estudar-viver/comment-page-1/#comment-15</link>
		<dc:creator>Marcelo Raizer</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Jul 2007 03:22:26 +0000</pubDate>
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		<description>Isso me lembra as corporações japonesas. Dá pra se ter de uma caneta a um jatinho (passando por carro e outras coisas) tudo da Mitsubishi, por exemplo.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Isso me lembra as corporações japonesas. Dá pra se ter de uma caneta a um jatinho (passando por carro e outras coisas) tudo da Mitsubishi, por exemplo.</p>
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		<title>Por: Marcelo Novaes</title>
		<link>http://blog.helvecio.com/wpress/2007/06/16/pesquisar-estudar-viver/comment-page-1/#comment-2</link>
		<dc:creator>Marcelo Novaes</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Jun 2007 13:24:54 +0000</pubDate>
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		<description>Olá Helvécio!
Adorei ver seu Bog VIVO. Muito legal esse artigo sobre meta-marca, que em nome da individualidade de estilo acabar generalizando as escolhas em todos setores da vida do indidvíduo. Legal vc tocar nisso pois sua percepção é de vanguarda. Com a falta de tempo, a competitividade por um lugar ao sol, os &quot;gaps&quot; emocionais em nossas vidas, o ser humano contemporâneo é mesmo seduzido por objetos/serviços (ie. marcas) que satisfazem ou complementam de alguma forma seus desejos. Quando digo desejos, leia-se todos os tipos de carência emocional (desigualdade social, auto-gratificação, rapidez, beleza física, solidão, &quot;you name it&quot;...)que abate o ser moderno.
Trabalho e sou um pesquisador/observador na área do consumo. E não (pre)vejo nada de errado com essa tendência. Se a metamarca estiver seriamente envolvida em oferecer o melhor SERVIÇO, com verdade e ética a seu cliente emocional, porque não?? Aliás repare que a tendência do SHOPPING EXPERIENCE (tendência em transformar ambientes/momentos de compra,em experiência sensoriais inesquecíveis para o consumidor através do design do produto, design de interior da loja, fragâncias, música ambiente, iluminação, uniforme/atendimento dos vendedores...)veio para definir as marcas que importam e reforçar o conceito que você aborda - FICA aquela metamarca que conseguir atender o desejo do consumo. Sejamos francos: Internet, globalização, viagens mais baratas, nos apresenta um consumidor menos manipulável, mais informado, exigente, com poder de decisão mais elaborado quando decidem assistir ou comprar um produto OPRAH...se até mesmo a OPRAH não atender sua específica necessidade, ele joga no lixo, não assiste, não consome, buscam uma nova sacerdotisa do consumo que consiga fazer melhor - o poder da competitividade!...Então que venham metamarcas, inteligentes que saibam atrair seus consumidores pela qualidade de serviço/produto, mas sensíveis ao ponto de, emocionalmente, completar buracos afetivos do ser humano contemporâneo e nos fazer SENTIR que a vida vale a pena. Na antiguidade tínhamos &quot;Penso, logo existo&quot;, na modernidade &quot;Eu tenho, logo existo&quot;, hoje na era contemporânea &quot;Eu SINTO, logo existo!&quot;


Parabéns por sua matéria que me inspirou para escrever esse comentário que por pouco não vira um BLOG!!! 
BOA SORTE e MUITO FOCO, sempre! rs
Seu amigo, Marcelo</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Helvécio!<br />
Adorei ver seu Bog VIVO. Muito legal esse artigo sobre meta-marca, que em nome da individualidade de estilo acabar generalizando as escolhas em todos setores da vida do indidvíduo. Legal vc tocar nisso pois sua percepção é de vanguarda. Com a falta de tempo, a competitividade por um lugar ao sol, os &#8220;gaps&#8221; emocionais em nossas vidas, o ser humano contemporâneo é mesmo seduzido por objetos/serviços (ie. marcas) que satisfazem ou complementam de alguma forma seus desejos. Quando digo desejos, leia-se todos os tipos de carência emocional (desigualdade social, auto-gratificação, rapidez, beleza física, solidão, &#8220;you name it&#8221;&#8230;)que abate o ser moderno.<br />
Trabalho e sou um pesquisador/observador na área do consumo. E não (pre)vejo nada de errado com essa tendência. Se a metamarca estiver seriamente envolvida em oferecer o melhor SERVIÇO, com verdade e ética a seu cliente emocional, porque não?? Aliás repare que a tendência do SHOPPING EXPERIENCE (tendência em transformar ambientes/momentos de compra,em experiência sensoriais inesquecíveis para o consumidor através do design do produto, design de interior da loja, fragâncias, música ambiente, iluminação, uniforme/atendimento dos vendedores&#8230;)veio para definir as marcas que importam e reforçar o conceito que você aborda &#8211; FICA aquela metamarca que conseguir atender o desejo do consumo. Sejamos francos: Internet, globalização, viagens mais baratas, nos apresenta um consumidor menos manipulável, mais informado, exigente, com poder de decisão mais elaborado quando decidem assistir ou comprar um produto OPRAH&#8230;se até mesmo a OPRAH não atender sua específica necessidade, ele joga no lixo, não assiste, não consome, buscam uma nova sacerdotisa do consumo que consiga fazer melhor &#8211; o poder da competitividade!&#8230;Então que venham metamarcas, inteligentes que saibam atrair seus consumidores pela qualidade de serviço/produto, mas sensíveis ao ponto de, emocionalmente, completar buracos afetivos do ser humano contemporâneo e nos fazer SENTIR que a vida vale a pena. Na antiguidade tínhamos &#8220;Penso, logo existo&#8221;, na modernidade &#8220;Eu tenho, logo existo&#8221;, hoje na era contemporânea &#8220;Eu SINTO, logo existo!&#8221;</p>
<p>Parabéns por sua matéria que me inspirou para escrever esse comentário que por pouco não vira um BLOG!!!<br />
BOA SORTE e MUITO FOCO, sempre! rs<br />
Seu amigo, Marcelo</p>
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